Talvez o destino seja, talvez o destino veja,
com olhos de águia, com olhos de criança.
Talvez o amor seja, talvez o amor bata,
na porta, no ar.
Esta noite o mar recuou, esta noite o corpo dançou.
o samba tocou, o clarinete soou.
Não se pode explicar o inexplicável, tão pouco o que passou.
E se assim vai ser, assim será, que fim levou, todo aquilo que restou.
O olho olhou, o ouvido escutou,
um passo, um abraço, um laço
A criança gritou, a criança sorrio, a criança cresceu,
ingénua não mais, imatura talvez.
A garota calada ficou, ao anoitecer chorou.
O garoto jogou, quem sabe ganhou.
Mas o fim, nada revelou, o que o destino mostrou.
com olhos de águia, com olhos de criança.
Talvez o amor seja, talvez o amor bata,
na porta, no ar.
Esta noite o mar recuou, esta noite o corpo dançou.
o samba tocou, o clarinete soou.
Não se pode explicar o inexplicável, tão pouco o que passou.
E se assim vai ser, assim será, que fim levou, todo aquilo que restou.
O olho olhou, o ouvido escutou,
um passo, um abraço, um laço
A criança gritou, a criança sorrio, a criança cresceu,
ingénua não mais, imatura talvez.
A garota calada ficou, ao anoitecer chorou.
O garoto jogou, quem sabe ganhou.
Mas o fim, nada revelou, o que o destino mostrou.

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