quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Talvez o destino seja, talvez o destino veja,


com olhos de águia, com olhos de criança.

Talvez o amor seja, talvez o amor bata,

na porta, no ar.

Esta noite o mar recuou, esta noite o corpo dançou.

o samba tocou, o clarinete soou.

Não se pode explicar o inexplicável, tão pouco o que passou.

E se assim vai ser, assim será, que fim levou, todo aquilo que restou.

O olho olhou, o ouvido escutou,

um passo, um abraço, um laço

A criança gritou, a criança sorrio, a criança cresceu,

ingénua não mais, imatura talvez.

A garota calada ficou, ao anoitecer chorou.

O garoto jogou, quem sabe ganhou.

Mas o fim, nada revelou, o que o destino mostrou.

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