quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Silencio interno, é quando você quer gritar, quer chorar, e não consegue, é ate mesmo quando você quer pensar algo e não consegue, ou consegue, mas vem um turbilhão de coisas a sua cabeça, que não sabemos nem por onde começar a pensar, não tem palavras, não tem nada que distingue o que você esta pensando, o que esta sentindo, ou mesmo quem você é?


Quem eu sou? quem você é? pergunta do orkut que nunca soube realmente responder.

E continuo perguntando, que sou?

Quais são meu limites, quais são minhas dores, meu amores, e minhas alegrias. Minhas vontades e agonias.

Não, eu ainda não sou quem sou, que contradição, mal sei pra onde vou, só sei que talvez seja sozinha, de mãos dadas com o vento, o vento, este mesmo vento, que me cega, me faz ver, que me escuta, que lava palavras minhas, que me sussurrar não vai, e eu grito eu vou, que pena vento, poucas vezes lhe escuto.

Não são apenas palavras ao vento que falo, mas se me calo, preocupe-se.

A vida é mesmo uma surpresa, horas esta tudo bem, horas, tudo parece desabar, e desaba.

O coração se fecha de uma forma que nunca será aberto, aonde esta a chave?.

Será que esta em suas mãos, não não acredito, esta tudo perdido, mas sei que posso achar, mas será que coisas escondidas devemos procurar? a resposta seria talvez, se você gosta de correr riscos, caso contrario deixe o escondido te procurar.



As coisas deveriam acontecer em seu devido tempo, tudo tem um cronograma, tudo tem um porque, violar pra que? te amar pra que?



Hoje eu entendo o sentido do velho ditado, nunca diga nunca, nunca diga dessa agua não bebereis...

E mesmo assim, pra certas coisas eu insisto em repetir, NUNCA e NÃO BEBEREIS, eu sei o que quero, só não sei se quero.



E é isso que digo de branco na cabeça, ou melhor turbilhão de coisas na cabeça... fica tudo confuso, tudo embaralhado, a visão não funciona, e aquela historia de olhar com os olhos do coração.... roubada, só se vê bem com os olhos da razão.


É isso, fico por aqui, pelo menos por hoje!

A vida é um equilíbrio delicado e imprevisível.

Não basta nos deixar levar pela onda, também é preciso saber que onda surfar.


A metáfora se ajusta a tudo o que pensamos: para surfar, você deve estar disposto a deparar com coisas que não pode prever (ninguém sabe como a onda virá). Tudo é uma mistura de arte e treinamento.

Ninguém nasce sabendo e é imprescindível estar disposto a correr o risco de tomar alguns caldos ou de levar alguns tombos que nos deixarão cheios de contusões e experiência para enfrentar a próxima onda.

É verdade. Não bastam os sonho, não basta a fantasia, não bastam as ilusões, não bastam o desejo e os projetos... E, no entanto, sem eles não a caminho.



Acredito que todas as nossas ações coerentes começão em um sonho, isso que vulgarmente chamamos de fantasia e que se expressa assim:



“Que bonito seria...”

“Que incrível seria...”
“Seria maravilhoso...”
Se nos apossarmos dessa fantasia e a experimentarmos como se fosse uma camisa, ela se transformaria em ilusão:
“Como eu gostaria...”

“Adoraria que...”

“Seria genial se algum dia eu pudesse...”

Se deixo que essa ilusão se incorpore em mim, se a rego e a deixo crescer, um dia ela se tra

em desejo:

“Queria estar em...”

“O que mais desejo é...”

“Quero de verdade...”
Chegar a este ponto, talvez eu seja capaz de me imaginar realizando o desejo. Nesse momento em um projeto:
“Eu vou fazer...”

“Em algum momento...”

“Em breve...”
Daí, em diante, só me resta elaborar o plano a tática ou a estratégia que me permita ser um mágico que materializa a realização do meu sonho.
Atenção: atá este momento não mexi um dedo. Todas as minhas ações são internas, e no entanto, quantas coisas aconteceram dentro de mim enquanto eu apenas fantasiava...

Você vai dizer que isso não é suficiente. É verdade, muitas, muitas vezes não é suficiente. É preciso realizar o que planejou e corrigir os erros.

Temos de conseguir um traje de banho, pegar a prancha de nossos projetos, embarcar na vida e esperar atentamente a onda da realidade para subir nela e surfar até a praia mágica da satisfação.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Todo mundo quer cuidar de mim e na verdade o que eu quero é cair. Eu quero mesmo arriscar, esfolar os joelhos, pular de um penhasco.


Todos querem me dar carinho, mas não sabem o que eu preciso, querem ser legais e acabam sendo insuportáveis, as vezes só quero ficar quietinha, minha cara não é de alegria, e se eu espero pouco da vida e das pessoas, é pelo simples fato de ninguém me mostrar que posso esperar muito.



Tente me ver todos os dias, e não fale que sou o que você acha, eu sou o que sou, cheia de defeitos, cheia de descaso, horas sou boa, horas ou má, horas eu quero ora, àh, não quero mais.


Seja meu amor, mas não me sufoque, me envoque, dance comigo, seja o que for, esteja aqui quando eu acordar, jamais deixe de me ligar, seja como for, seja você, seja eu, seja quem for.

Ainda não entendi isso que chamam de amor. e nem por isso deixo de amar.



Ao meu ver, esse sentimento tão puro, está tão banalizado, que perdeu seu significado. E mesmo assim, acredito que ele a de ganhar nesta batalha


Nunca acreditei nisso de que "os opostos se atraem", assim como nunca acreditei em alma gémea.
 
Meu defeitos são muitos, seu defeitos também, ninguém precisa abrir mão do que é pelo outro, mas lembre-se, suas liberdade acaba quando começa a do outro.  E saiba que eu nunca sou a mesma, não é bipolaridade é apelas livre arbítrio, mês eu sou amável, mês ou sou uma anjo, no outro eu posso ser sua amiga, no próximo sua pior inimiga, posso ser Deus, deusa, sua, mas sempre minha, posso ser o penhasco mais alto que você sabe que pode pular, que quando cair, eu ainda assim estarei la pra te segurar, posso ser que sabe a borboleta que nasce na sua barriga, ou aquela que vive apenas por 24 horas, seja como foi, eu estarei la, numa neblina, em uma esquina, na sua vida.

Um dia serei calmaria, no outro terremoto, um dia estarei chorando, no outro sorrindo, esta sou eu, assim sem limites, terrível, tranquila, e serena.
Um dia um, no outro dois, não fico perto do que me faz mau, mas jamais deixo-as sem falar tchau.


Brava, as vezes
não quebro, não sou de porcelana, mas não tente quebrar meu coração, você pode estar la dentro, e ira se machucar



 
triste, nem sei,


alegre e sorridente, sempre


amar, só se valer a pena.

sonhar, àh, sempre acreditar, sonhar e acordar.


Eu quero ser sempre aquela que faz bem, mesmo que o tempo leve de mim quem eu amo, mesmo que eu erre, mesmo assim. A vida pode me dar, me tirar, e depois rir, que mesmo assim, mesmo que com fim, eu vou ser feliz!


 

domingo, 21 de agosto de 2011

As vezes me sinto assim, uma pagina vazia, o cursor piscando, mas sem palavra alguma, ele fica ali, piscando e piscando, mas vazio. Então eu penso e penso sobre o que escrever, mas nada me vem a cabeça, então penso: será que é falta de historia, falta de imaginação, ou é falta de uma vida.


Ai eu começo a me julgar, me analisar, analisar o que não aconteceu e porque não aconteceu,

o que falta? o que torna esta "folha" vazia?




As expectativas não são supridas, as ideias não são validas, o planos estão nas gavetas, nos cadernos, em um rabisco qualquer.

Um dia eu escrevi uma historia, tracei uma trajetória, e a rasguei, coloquei no lixo. Tempos depois voltai a escrever -não, de nada adiantou- e tudo em branco novamente ficou, as vezes escrever uma historia, mesmo que da nossa vida, é difícil, existem os altos e baixos, as histórias que nos fazem bem, outras que nos alegram, mas uma historia só é perfeita e bonita, se for contada em sua totalidade, sem cortes, sem rasuras, sem molduras, pq quando você emoldura um quadro, é porque ele esta pronto, e uma vida só esta pronta, quando morta, então a gente tem que tentar não emoldurar o destino, e deixar sempre uma ponta do quadro para uma nova pintura, uma linha da folha para ser escrita.

E viver, uma passo de cada vez, e se preciso ate dar um pra trás, mas viver sempre com calma, e ir dando cor, forma, e vida para uma linha, para uma pintura, para uma vida....
 

Uma linha de cada vez, uma pagina por historia.
Surpreenda-me se for Capaz...


Surpreenda-me sempre. Mas, por favor, surpreenda-me com bons momentos, com instantes de felicidade, com lembranças inesperadas.
Surpreenda-me com um telefonema no meio da noite, as flores numa tarde de domingo ou um convite para uma saída meio de semana.
Surpreender é a arte de fazer o que sempre esperamos no momento em que menos imaginamos.
É mágico, é inesperado, é surpreendente.
E o telefone que toca no meio da noite sem mais nem menos. Primeiro o coração dispara. Acordou-me e ainda nem sei do que se trata. Olho para o relógio e é tarde, muito tarde. A primeira coisa que me vem à cabeça é o medo de uma notícia ruim.
O coração dispara... Mas, logo se acalma quando ouve, do outro lado da linha, a voz e a frase: liguei porque estava com saudade... Ah... lembrar-me que sente saudade de mim, no meio da noite, aah, Isso é surpreender-me.
O convite para uma viagem rápida no meio da semana... Assim.. Sem mais nem menos. Como? Não posso! Posso, posso sim... Ah, posso! Posso porque é com você.
Posso porque é irrecusável. Aquela fugidinha que tanto sonhamos de repente acontece e assim: sem planejar, sem muita elaboração. Posso, porque fui surpreendida por você.
Por isso, surpreenda-me sempre.


Todo mundo gosta de ser lembrado e surpreendido com um gesto,
uma palavra,
uma atitude,
um convite...


E, sabe, surpreender tem tudo a ver com fazer o que é certo fazer, mas de uma forma única e especial.
Tem a ver com a arte de quebrar o previsível sem que o outro perceba e com interromper a expectativa antes de ela começar a virar decepção.
Sim, porque quando esperamos que aconteça e acontece sem que acreditássemos que aconteceria, isso é sermos surpreendido.
Mas, se há a expectativa e ela caduca, essa se transforma em decepção ou frustração. Portanto, evite frustrar e procure surpreender sempre.
É a arte de manter a chama acesa e de estarmos sempre em sintonia.
Um fazendo o que o outro espera que seja feito da forma mais inesperada possível porque, cá para nós, todo mundo espera que as coisas aconteçam – e eu acredito nisso -, mas poucos fazem com que aconteçam de um jeito inusitado, diferente e agradável em nossas vidas.

Surpreenda-me se for capaz, eu vou tentar....

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Talvez o destino seja, talvez o destino veja,


com olhos de águia, com olhos de criança.

Talvez o amor seja, talvez o amor bata,

na porta, no ar.

Esta noite o mar recuou, esta noite o corpo dançou.

o samba tocou, o clarinete soou.

Não se pode explicar o inexplicável, tão pouco o que passou.

E se assim vai ser, assim será, que fim levou, todo aquilo que restou.

O olho olhou, o ouvido escutou,

um passo, um abraço, um laço

A criança gritou, a criança sorrio, a criança cresceu,

ingénua não mais, imatura talvez.

A garota calada ficou, ao anoitecer chorou.

O garoto jogou, quem sabe ganhou.

Mas o fim, nada revelou, o que o destino mostrou.

Saudade do passado ou apenas descontentamento com o presente e incerteza do futuro?


A certas épocas da nossa vida ou momentos da mesma, que damos uma olhada em nossa volta e pensamos; como tal coisa era boa, como eu queria que fosse como era, ou simplesmente falamos, que saudade do passado, era bom e eu não sabia ou não dei valor.


A quem diga que devemos deixar o passado no passado e viver o presente e pensar no futuro, mas não devemos nos contentar com o que temos se não gostamos, e comparar o presente com o passado é inevitável.

Eu por exemplo me pegue pensando esses tempos, como era bom a vida de colegial, quando eu tinha meus 15, 16 , 17 anos, e só tinha o dever de estudar, (e ainda assim não o fazia) tinha meus amigos e amigas, a única coisa que incomodava era acordar cedo, e os professores de matemática, que na maioria das vezes são chatos. A medida que o tempo passou, a escola acabou, os amigos se distanciaram,

-há como era bom o passado.


Hoje tudo é uma correria, trabalho, faculdade, estudos, trabalhos de faculdade, contas, na maioria das vezes todos não tem quase tempo para respirar, os amigos já não são os mesmos, e na próxima cadeira da faculdade já não serram os mesmos.

O vinculo afetivo vai se fechando, e só os amigos do passado já não estão tão presentes, a probabilidade de você fazer um amigo(a) verdadeiro em uma faculdade ou serviço, é muito pequena, não é impossível fazer uma grande amizade nesses locais, mas é difícil e diferente.


E ai que eu digo, - ai que saudade do passado, e nos ainda reclamávamos.


Em cada etapa da nossa vida a gente reclama de algo, vocês já perceberam?


Quando se tem mais ou menos 10 anos, a criança tem vontade de ser adolescente, para poder fazer mais coisas e não ser tratado como criança, quando se é adolescente, logo quer chegar a um "degrau" acima, só para poder trabalhar, dirigir, entrar em festas, ai quando se tem já a idade pra fazer estas coisas, as pessoas querem ser adultos, e ter seus 28, 29, 30, ou ate mesmo 39, 40, porque não, assim já "se tem uma carreira" não é imaturo e nem maduro demais, ai mas quando se chega essa idade, as pessoas notam que com idade, surgem as responsabilidades, os primeiros fios brancos no cabelo, e um estresse tremendo, e por sua vez logo pensam: quero que chegue a idade pra que eu possa me aposentar, assim já se tem dinheiro, ganha dinheiro da aposentadora, e vive uma vida "relaxada", mas....... chegando essa idade, a pessoa ate se aposenta, mas ai já é (desculpa falar assim) tarde um pouco, já não se tem a mesma disposição de quando se era jovem, ou criança, a cabeça/ideias muda/mudam, o joelho já não é o mesmo, a respiração...


Bom, partindo do pré suposto de tudo que acabo de falar, eu afirmo, a gente passa mais da metade de nossas vidas reclamando do que vivendo.


e ai?


Ai que cada momento a gente relembra o passado, e lembra de como era bom quando...


Este é só uma das coisas que pensamos de como era bom o passado.


Existe também a comparação de pessoas para com pessoas, explicando melhor..


Quando temos alguém os nosso lado, muitas vezes não damos vamos, e mais pra frente pensamos, ai que saudade do passado, ou melhor, da pessoa do passado, que estava ali, que nos amava, e por ironia do destino, ou eu diria, por burrice nossa, esta pessoa já não esta ali, ai você fica comparando, como era tal pessoa, e como e tal pessoa que esta com a gente (por exemplo). Mas ai já não adianta. Isso digo, claro que não só com pessoas (casais) e sim ate mesmo se compara amigos, familiares, etc...


E ai que eu pergunto, o que é este sentimento que toma conta da gente as vezes?


SERIA SAUDADE DO PASSADO?


descontentamento COM O PRESENTE?

OU INCERTEZA DO FUTURO?






O que nos leva a sentir saudade?


Saudade de um tempo, de uma pessoa, de um amigo(a) de um fato, foto, fardo...


Podem até haver mil explicações cientificas e morfológicas para esta questão, mas de nada adianta ter explicações cientificas, se a saudade vai continuar eminentemente presente com a gente.


Vamos então viver, fazer acontecer, se deixar dar e receber. Talvez possamos viver mais plenamente algo, e assim não precisaremos comparar o presente (e) ou (como) passado, e sim viver de forma plena e saudável o que acontece no presente, e é claro, não ter medo do futuro, por mais incerto que ele possa ser.






Faça por merecer, ficar parado de nada vai adiantar.


E como diria o Charlie Brown Jr: VIVER, VIVER SER LIVRE, SABER DAR VALOR PARA AS COISAS MAIS SIMPLES...