Silencio interno, é quando você quer gritar, quer chorar, e não consegue, é ate mesmo quando você quer pensar algo e não consegue, ou consegue, mas vem um turbilhão de coisas a sua cabeça, que não sabemos nem por onde começar a pensar, não tem palavras, não tem nada que distingue o que você esta pensando, o que esta sentindo, ou mesmo quem você é?
Quem eu sou? quem você é? pergunta do orkut que nunca soube realmente responder.
E continuo perguntando, que sou?
Quais são meu limites, quais são minhas dores, meu amores, e minhas alegrias. Minhas vontades e agonias.
Não, eu ainda não sou quem sou, que contradição, mal sei pra onde vou, só sei que talvez seja sozinha, de mãos dadas com o vento, o vento, este mesmo vento, que me cega, me faz ver, que me escuta, que lava palavras minhas, que me sussurrar não vai, e eu grito eu vou, que pena vento, poucas vezes lhe escuto.
Não são apenas palavras ao vento que falo, mas se me calo, preocupe-se.
A vida é mesmo uma surpresa, horas esta tudo bem, horas, tudo parece desabar, e desaba.
O coração se fecha de uma forma que nunca será aberto, aonde esta a chave?.
Será que esta em suas mãos, não não acredito, esta tudo perdido, mas sei que posso achar, mas será que coisas escondidas devemos procurar? a resposta seria talvez, se você gosta de correr riscos, caso contrario deixe o escondido te procurar.
As coisas deveriam acontecer em seu devido tempo, tudo tem um cronograma, tudo tem um porque, violar pra que? te amar pra que?
Hoje eu entendo o sentido do velho ditado, nunca diga nunca, nunca diga dessa agua não bebereis...
E mesmo assim, pra certas coisas eu insisto em repetir, NUNCA e NÃO BEBEREIS, eu sei o que quero, só não sei se quero.
E é isso que digo de branco na cabeça, ou melhor turbilhão de coisas na cabeça... fica tudo confuso, tudo embaralhado, a visão não funciona, e aquela historia de olhar com os olhos do coração.... roubada, só se vê bem com os olhos da razão.
É isso, fico por aqui, pelo menos por hoje!
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